Pecar pelo silêncio quando devemos protestar transforma homens em covardes
Nossa sociedade atual é tão egoista
Implacavel nos seus desejos de poder
Escravizados pela nossa busca consumista por estilo
Iludidos pelo estilo Americano de vida
Os idolos da nossa geração são feitos de implantes
Pessoas de mentira,Faces e corpos de plástico
Adorados como deuses
Quem irá se lamentar por nós?
Quem irá enxugar nossas lágrimas?
Quem terá pena de nós?
Por quanto tempo nós seremos impuros?
Nós vendemos nossos corpos e almas para esses deuses dos prazeres fáceis
Sem nenhum traço de culpa ou remorso
Que tipo de pessoas estamos nos tornando? o pior?
Por que 'diabos' nós estamos nos auto destruindo?
Como uma bomba relógio na contagem regressiva para explosão
Com respostas misticas para os problemas da vida
Nossos jogos politicos nunca funcionaram afinal
Não há futuro dentro desses corações mortos
Estamos nos afogando no mar de sujeira interior
É isso o que você quer?
É disso que você precisa?
sábado, 20 de fevereiro de 2010
domingo, 6 de dezembro de 2009
Escolhas e Consequências
Esse texto é meio que uma continuação da reflexão que eu estava fazendo no texto anterior: "Meu Universo"
Eu continuo pensando em todos os fatores que formam a nossa identidade, ou seja nos tornam o que nós somos
mas agora de um angulo diferente, o da causa e efeito, ação e reação, atos e consequências.
A natureza humana e as leis da nossa existência estão conectadas de uma maneira assombrosa, o homem é
uma mistura de multiplicidades de personalidades,variações de humor,estados e níveis de consciência variados
( De médico e de louco todo mundo tem um pouco, já dizia o ditado popular )e a vida é uma quase infinita variação de possibilidades
e consequências inerentes a cada uma de nossas escolhas.
O filósofo dinamarquês Soren Abbye Kierkegaard disse: "Para o homem existir é encontrar-se sempre confrontado à multiplicidades
de possibilidades" ou seja ele fundamentou toda a sua filosofia nas infinitas possibilidades de escolha do homem e na importância de cada infima
escolha: "Os seres não são nada além de possibilidades" ou seja o individuo é o unico responsável pela sua própria existência, pela cadeia de reações intrinsecas a cada ato.
Recentemente eu terminei de ler o livro: "Recordações da casa dos mortos" do escritor russo Fyodor Dostoievski onde ele descreve a prisão de trabalhos forçados na Sibéria, traçando
o perfil psicológico dos condenados, militares e camponeses da região.
É impressionante como ele detalha com uma riqueza impar,cada personagem levantando questões filosóficas sobre a natureza humana e as consequências de cada ato praticado conscientemente
ou não.
Quer dizer,se cada escolha oferece possibilidades e consequências, isso significa que um ato impensado pode arruinar um belo futuro ou talvez salvar um futuro arruinado,
e cada ato friamente calculado também pode oferecer consequências prejudiciais...
Destino? Coincidências? Acaso? Predestinação?
A vida continua um mistério...
Eu continuo pensando em todos os fatores que formam a nossa identidade, ou seja nos tornam o que nós somos
mas agora de um angulo diferente, o da causa e efeito, ação e reação, atos e consequências.
A natureza humana e as leis da nossa existência estão conectadas de uma maneira assombrosa, o homem é
uma mistura de multiplicidades de personalidades,variações de humor,estados e níveis de consciência variados
( De médico e de louco todo mundo tem um pouco, já dizia o ditado popular )e a vida é uma quase infinita variação de possibilidades
e consequências inerentes a cada uma de nossas escolhas.
O filósofo dinamarquês Soren Abbye Kierkegaard disse: "Para o homem existir é encontrar-se sempre confrontado à multiplicidades
de possibilidades" ou seja ele fundamentou toda a sua filosofia nas infinitas possibilidades de escolha do homem e na importância de cada infima
escolha: "Os seres não são nada além de possibilidades" ou seja o individuo é o unico responsável pela sua própria existência, pela cadeia de reações intrinsecas a cada ato.
Recentemente eu terminei de ler o livro: "Recordações da casa dos mortos" do escritor russo Fyodor Dostoievski onde ele descreve a prisão de trabalhos forçados na Sibéria, traçando
o perfil psicológico dos condenados, militares e camponeses da região.
É impressionante como ele detalha com uma riqueza impar,cada personagem levantando questões filosóficas sobre a natureza humana e as consequências de cada ato praticado conscientemente
ou não.
Quer dizer,se cada escolha oferece possibilidades e consequências, isso significa que um ato impensado pode arruinar um belo futuro ou talvez salvar um futuro arruinado,
e cada ato friamente calculado também pode oferecer consequências prejudiciais...
Destino? Coincidências? Acaso? Predestinação?
A vida continua um mistério...
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Desfaço 76
O PRIMEIRO filósofo que li ainda adolescente, um dinamarquês chamado
Kierkegaard, escreveu que "a pessoa que fala sobre a vida humana, que muda
com o decorrer dos anos, deve ter o cuidado de declarar a sua própria idade aos
seus leitores". E isso porque não temos pela manhã as mesmas ideias que temos no fim do dia
. Uma ideia dita de manhã abre um cenário. A mesma ideia dita no crepúsculo
abre outro cenário diferente.
Monet sabia disso. Sabia que um monte de feno que as vacas identificavam
como o mesmo através das horas do dia, sob as diferentes oscilações da luz,
se tornavam outros. Assim, ele não pintava o mesmo monte de feno várias vezes:
ele pintava os vários montes de feno que se revelavam sob as oscilações da luz.
Apresso-me, portanto, a revelar a minha idade, para que os meus leitores vejam
o que estou vendo. Hoje, dia 15 de setembro de 2009, estou desfazendo 76 anos.
Minha idade pinta uma paisagem crepuscular.
O revisor se apressará a corrigir o meu erro. Eu devo ter me distraído, coisa
compreensível na minha idade... Não há nem na literatura nem na linguagem comum
exemplo desse uso estranho da palavra "desfazer" para se referir ao que acontece
num aniversário. O certo é "fazer". Ato contínuo ele deletaria o "des"
e o texto ficaria liso, sem causar tropeções no leitor: hoje, dia 15 de setembro,
o Rubem Alves está "fazendo" 76 anos. Assim tem sido minha relação com
revisores: desentendemo-nos sobre a vida e sobre as palavras...
Aí me veio à memória uma observação de Rolland Barthes que não consigo
repetir por não ter encontrado o livro: ele disse (perdoem-me se me engano!)
gostar dos textos que fazem tropeçar e não dos textos próprios para deslizar.
O deslizamento deixa os pensamentos do jeito como estavam, enquanto que o
tropeção e o tombo são ocasiões para o susto e a súbita iluminação.
É um equívoco contabilizar o número dos anos vividos na coluna da adição.
Adição é a coluna do "mais". Diz que algo aumentou. Mas o que aumentou?
A vida? Na contabilidade dos anos de vida, tudo que parece "mais" é, na realidade,
um "menos". O número contabiliza os anos que foram desfeitos. Chronos
é o deus cruel que devora os seus filhos...
O correto seria perguntar ao aniversariante: "Quantos anos você não tem? E ele
responderia "Eu não tenho 42". "Quantos anos você está desfazendo hoje? Estou
desfazendo 54..."
Lá estão as velinhas sobre o bolo, coroadas pelo fogo, maravilhoso símbolo da
vida. Aí todos começam a bater palmas, a sorrir e a cantar: o aniversariante irá
apagar as chamas com um sopro. No seu lugar ficarão os pavios negros,
retorcidos, soltando fumaça, trevosos. Apagadas as velas, todos batem palmas e
riem. Confesso que não entendo...
Bachelard o disse com delicadeza insuperável: "A vela que se apaga é um sol
que morre. O pavio se curva e escurece. A chama tomou, na escuridão que a
encerra, seu ópio. E a chama morre bem; ela morre adormecendo"...
Quero que minha chama se apague adormecendo. Não quero que um sopro forte
apague o meu fogo. Espero que minha vela vá se desfazendo vagarosamente...
No meu aniversário não haverá velinhas a serem apagadas com um sopro bruto.
Vou mesmo é acender uma vela bem grande que deverá ser acesa e ficar acesa
até que o último amigo se despeça. Então eu e minha vela, sozinhos como dois
amantes, nos despediremos... Até o ano que vem, se os ventos não forem
fortes...
Rubem Alves, na Folha de S.Paulo.
p.s: Postei este texto por que não consegui achar nenhum que expressasse melhor
a minha opinião sobre aniversários....a propósito ontem eu desfiz 28 anos.
Kierkegaard, escreveu que "a pessoa que fala sobre a vida humana, que muda
com o decorrer dos anos, deve ter o cuidado de declarar a sua própria idade aos
seus leitores". E isso porque não temos pela manhã as mesmas ideias que temos no fim do dia
. Uma ideia dita de manhã abre um cenário. A mesma ideia dita no crepúsculo
abre outro cenário diferente.
Monet sabia disso. Sabia que um monte de feno que as vacas identificavam
como o mesmo através das horas do dia, sob as diferentes oscilações da luz,
se tornavam outros. Assim, ele não pintava o mesmo monte de feno várias vezes:
ele pintava os vários montes de feno que se revelavam sob as oscilações da luz.
Apresso-me, portanto, a revelar a minha idade, para que os meus leitores vejam
o que estou vendo. Hoje, dia 15 de setembro de 2009, estou desfazendo 76 anos.
Minha idade pinta uma paisagem crepuscular.
O revisor se apressará a corrigir o meu erro. Eu devo ter me distraído, coisa
compreensível na minha idade... Não há nem na literatura nem na linguagem comum
exemplo desse uso estranho da palavra "desfazer" para se referir ao que acontece
num aniversário. O certo é "fazer". Ato contínuo ele deletaria o "des"
e o texto ficaria liso, sem causar tropeções no leitor: hoje, dia 15 de setembro,
o Rubem Alves está "fazendo" 76 anos. Assim tem sido minha relação com
revisores: desentendemo-nos sobre a vida e sobre as palavras...
Aí me veio à memória uma observação de Rolland Barthes que não consigo
repetir por não ter encontrado o livro: ele disse (perdoem-me se me engano!)
gostar dos textos que fazem tropeçar e não dos textos próprios para deslizar.
O deslizamento deixa os pensamentos do jeito como estavam, enquanto que o
tropeção e o tombo são ocasiões para o susto e a súbita iluminação.
É um equívoco contabilizar o número dos anos vividos na coluna da adição.
Adição é a coluna do "mais". Diz que algo aumentou. Mas o que aumentou?
A vida? Na contabilidade dos anos de vida, tudo que parece "mais" é, na realidade,
um "menos". O número contabiliza os anos que foram desfeitos. Chronos
é o deus cruel que devora os seus filhos...
O correto seria perguntar ao aniversariante: "Quantos anos você não tem? E ele
responderia "Eu não tenho 42". "Quantos anos você está desfazendo hoje? Estou
desfazendo 54..."
Lá estão as velinhas sobre o bolo, coroadas pelo fogo, maravilhoso símbolo da
vida. Aí todos começam a bater palmas, a sorrir e a cantar: o aniversariante irá
apagar as chamas com um sopro. No seu lugar ficarão os pavios negros,
retorcidos, soltando fumaça, trevosos. Apagadas as velas, todos batem palmas e
riem. Confesso que não entendo...
Bachelard o disse com delicadeza insuperável: "A vela que se apaga é um sol
que morre. O pavio se curva e escurece. A chama tomou, na escuridão que a
encerra, seu ópio. E a chama morre bem; ela morre adormecendo"...
Quero que minha chama se apague adormecendo. Não quero que um sopro forte
apague o meu fogo. Espero que minha vela vá se desfazendo vagarosamente...
No meu aniversário não haverá velinhas a serem apagadas com um sopro bruto.
Vou mesmo é acender uma vela bem grande que deverá ser acesa e ficar acesa
até que o último amigo se despeça. Então eu e minha vela, sozinhos como dois
amantes, nos despediremos... Até o ano que vem, se os ventos não forem
fortes...
Rubem Alves, na Folha de S.Paulo.
p.s: Postei este texto por que não consegui achar nenhum que expressasse melhor
a minha opinião sobre aniversários....a propósito ontem eu desfiz 28 anos.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Isso É Brasil
Custo sem beneficio
Você sabe o quanto pesa no nosso bolso cada deputado e senador?
Os números são assustadores e pior ainda são vergonhosos, veja e chore:
Aqui no Brasil temos 594 congressistas sendo 81 senadores e 513 deputados
O salário mensal de cada senador ou deputado federal é de R$ 16, 509,09
Cada senador pode ter até seis assessores e cinco secretários, e recebem por ano
R$ 1, 066, 000,00 para pagar esses funcionários, sendo que cada secretario ganha R$6,8 mil por mês e cada assessor R$8 mil fora isso eles (os senadores) ganham por ano R$ 16, 680,00 só para viagens oficiais, somando tudo isso cada senador custa por ano só R$ 1, 618, 460,00, mas esperem não é só isso, cada deputado pode ter até 25 funcionários e recebem por ano cerca de R$ 780, 000 só para pagar esses funcionários, e R$ 45, 174,96 para viagens representando a câmara, ou seja, para manter cada deputado (513!) é gasto por ano R$ 1, 340, 077,56 e tem mais:
Senadores e deputados federais recebem 15 salários por ano!!!! 12 mensais+
Décimo terceiro+dois “subsídios” no mesmo valor do salário... Que maravilha não é?
Ou seja, cada senador custa por ano mais de R$ 1,5 milhão e cada deputado R$ 1,3 milhão fora as horas extra que eles alegam fazer e são pagos sem ter que provar se fizeram mesmo e fora a corrupção que custa cerca de US$ 10,7 bilhões por ano!!!
A Transparência Internacional calculou o índice de percepção da corrupção no Brasil
Em 2008. O Brasil tirou 3,5 com esse índice, ele ficou na posição de número 80 entre 180 países avaliados, vergonhoso não? Um assalariado teria que trabalhar 269 anos sem gastar nada para chegar aos R$ 1,5 milhão que um único senador gasta em um só ano, por isso que nós temos que pagar imposto de tudo aqui no Brasil e por isso que é tão difícil conseguir um aumento significativo no salário mínimo...
Você acha isso justo?
Você acha isso certo?
Eu acho uma vergonha...
Fontes: Revista Galileu número 219, matéria escrita por Érica Georgino
Fontes dos dados: Transparência Brasil, Transparência Internacional, Secretaria de Pesquisa Opinião Publica do Senado Federal, Data Senado, Centro de Referência do Interesse Publico – UFMG/Vox Populi, FIESP.
domingo, 4 de outubro de 2009
Por que Você Não Quer Mais Ir À Igreja
Depois de toda uma vida dedicando-se à Igreja e ao caminho que sempre lhe pareceu o certo. Jake Colsen está diante de uma dolorosa dúvida: como é possível ser cristão há tanto tempo e, ainda assim, se sentir tão vazio?
Mas o amor divino está sempre a postos para transformar vidas. Observando uma multidão numa praça, Jake depara com João, um homem que fala de Jesus como se o tivesse conhecido e que percebe a realidade de uma forma que desafia a visão tradicional de religião.
Com a ajuda do novo amigo, Jake irá reavaliar os conceitos e crenças que norteavam seu caminho. Levar uma vida cristã significa ter os comportamentos aprovados pelo grupo religioso a que pertencemos?
A cada nova palavra de João, assistiremos ao renascimento de Jake em busca da verdadeira alegria e da liberdade que Cristo veio ao mundo oferecer. Na reconstrução da sua vida, perceberemos a ação do Deus de perdão e amor.
Mas o amor divino está sempre a postos para transformar vidas. Observando uma multidão numa praça, Jake depara com João, um homem que fala de Jesus como se o tivesse conhecido e que percebe a realidade de uma forma que desafia a visão tradicional de religião.
Com a ajuda do novo amigo, Jake irá reavaliar os conceitos e crenças que norteavam seu caminho. Levar uma vida cristã significa ter os comportamentos aprovados pelo grupo religioso a que pertencemos?
A cada nova palavra de João, assistiremos ao renascimento de Jake em busca da verdadeira alegria e da liberdade que Cristo veio ao mundo oferecer. Na reconstrução da sua vida, perceberemos a ação do Deus de perdão e amor.
Estupidez
Eis a sublime estupidez do mundo; quando nossa sorte está abalada, muitas vezes pelos excessos de nossos próprios atos, culpamos o sol, a lua, as estrelas pelos nossos desastres;
Como se fossemos canalhas por necessidade, idiotas por influência celeste; escroques, ladrões e traidores por comando do zodíaco; bêbados, mentirosos e adúlteros por forçada obediência
A determinação dos planetas; como se toda perversidade que há em nós fosse pura instigação...
William sheakespeare
Como se fossemos canalhas por necessidade, idiotas por influência celeste; escroques, ladrões e traidores por comando do zodíaco; bêbados, mentirosos e adúlteros por forçada obediência
A determinação dos planetas; como se toda perversidade que há em nós fosse pura instigação...
William sheakespeare
Receptores
O computador nos torna fantasticamente mais capazes de calcular e analisar,
Mas não nos ajuda a refletir
Temos os instrumentos que nos possibilitam ver desde as nebulosas até os nêutrons
Tudo exceto nós mesmos
Aumentamos imensamente a capacidade da nossa visão, mas não do nosso discernimento
Para isso temos os mesmos equipamentos que os profetas do século oito
Potencialmente os mesmos, mas na verdade muito mais deficientes, pois enquanto nos esforçávamos tanto para aumentar o nosso conhecimento e nossa auto percepção
Permitimos que outros aspectos se atrofiassem construímos para nós mesmos poderosas
Estações de transmissão, mas como aparelhos receptores somos patéticos
John v Taylor
Mas não nos ajuda a refletir
Temos os instrumentos que nos possibilitam ver desde as nebulosas até os nêutrons
Tudo exceto nós mesmos
Aumentamos imensamente a capacidade da nossa visão, mas não do nosso discernimento
Para isso temos os mesmos equipamentos que os profetas do século oito
Potencialmente os mesmos, mas na verdade muito mais deficientes, pois enquanto nos esforçávamos tanto para aumentar o nosso conhecimento e nossa auto percepção
Permitimos que outros aspectos se atrofiassem construímos para nós mesmos poderosas
Estações de transmissão, mas como aparelhos receptores somos patéticos
John v Taylor
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
A História Das Coisas
Este vídeo mostra os problemas sociais e ambientais criados como consequência do nosso hábito consumista, apresenta os problemas deste sistema e mostra como podemos revertê-lo, porque não foi sempre assim.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
O Livro Mais Mal Humorado Da Biblia
Seria essa a vida que você deseja? Qual o tipo de vida que você tem vivido?
Muitas pessoas passam anos de sua vida, senão toda ela, buscando um sentido para vivê-la.
Alguns o encontram, outros não.
No mundo de hoje é fundamental que o ser humano reflita sobre o tipo de pessoa que é e o que está construindo.
Eclesiastes é fruto das reflexões de Salomão, o qual – após viver de tudo e desfrutar de tudo, depois de alcançar o trono de Israel, poder e riquezas – conclui que a vida não passa de “vaidade”.
Ed René Kivitz investiga a mensagem deixada por Salomão em busca das respostas que a humanidade persegue desde os primórdios e com rara habilidade desvenda o nó da existência humana.
Em sua releitura de Eclesiastes, Kivitz nos mostra que é possível vencer os amargos obstáculos da vida e ultrapassar as barreiras do tédio, do utilitarismo, da morte, da injustiça, da religião,
do dinheiro, da pretensão, do crime, da fatalidade, da insensatez, da luta pela sobrevivência, do tempo e da ausência de sentido.
Eclesiastes retrata a vida como ela é, suas facetas mais obscuras, sem floreios e amenizações.
Ed René mostra que existe um sentido para nossa existência e permanência na Terra e revela como encontrar esse sentido tomando as decisões certas, atendo-se ao que realmente importa.
Ele enfoca que, mesmo com tantas adversidades, a vida vale a pena ser vivida!
P.S:Eu tive a oportunidade de acompanhar as mensagens que deram origem a esse livro,e agora estou lendo...Está me fazendo repensar muitas das minhas opiniões e posições.
Marcadores:
eclesiastes,
ed rené kivitz,
espiritualidade,
sentido da vida
Você consegue?
Você consegue ver essas cenas do fim dos tempos?
Você consegue ouvir o clamor dos abandonados?
Nós temos que quebrar as correntes dessa nossa vida egoísta
Quantos devem morrer até nós aprendermos a viver?
Você poderia abandonar o conforto da sua vida egoísta?
Veja as estruturas da nossa sociedade destruídas, arruinadas
A desigualdade social transformou a nossa vida em um sonho despedaçado,
Estilhaçado em cacos como vidro
Criando multidões de pessoas infelizes, a própria imagem da miséria
Mas nós ainda assim só vemos o que os nossos olhos querem ver...
Por que isso tem que ser assim?
O amor é a estrutura das verdadeiras revoluções
Ouça os clamores essa é a única solução
O amor é a estrutura das verdadeiras revoluções
O único tipo de conspiração que poderia libertar esse mundo
Enquanto uma minoria privilegiada usufrui quase tudo
Uma maioria esmagadora sobrevive com quase nada
Você consegue ver esse contraste?
Vivemos em uma era de indiferença e humilhação
Desde desconstrução social até descriminação racial
Se todos nós viemos do mesmo barro e somos o mesmo pó...
... Por que todo esse preconceito?
Como disse Gandhi uma vez: “a pobreza é a pior face da violência”
A compaixão é o caminho para se fazer a diferença
Como disse Dostoievsky: “a misericórdia deveria ser a maior lei da humanidade”
Antes de construir um mundo melhor nós temos que nos reconstruirmos como pessoas melhores
O amor é a estrutura das verdadeiras revoluções
Ouça os clamores essa é a única solução
O amor é a estrutura das verdadeiras revoluções
O único tipo de conspiração que poderia libertar esse mundo
A minha conspiração para tentar libertar esse mundo
Você consegue ouvir o clamor dos abandonados?
Nós temos que quebrar as correntes dessa nossa vida egoísta
Quantos devem morrer até nós aprendermos a viver?
Você poderia abandonar o conforto da sua vida egoísta?
Veja as estruturas da nossa sociedade destruídas, arruinadas
A desigualdade social transformou a nossa vida em um sonho despedaçado,
Estilhaçado em cacos como vidro
Criando multidões de pessoas infelizes, a própria imagem da miséria
Mas nós ainda assim só vemos o que os nossos olhos querem ver...
Por que isso tem que ser assim?
O amor é a estrutura das verdadeiras revoluções
Ouça os clamores essa é a única solução
O amor é a estrutura das verdadeiras revoluções
O único tipo de conspiração que poderia libertar esse mundo
Enquanto uma minoria privilegiada usufrui quase tudo
Uma maioria esmagadora sobrevive com quase nada
Você consegue ver esse contraste?
Vivemos em uma era de indiferença e humilhação
Desde desconstrução social até descriminação racial
Se todos nós viemos do mesmo barro e somos o mesmo pó...
... Por que todo esse preconceito?
Como disse Gandhi uma vez: “a pobreza é a pior face da violência”
A compaixão é o caminho para se fazer a diferença
Como disse Dostoievsky: “a misericórdia deveria ser a maior lei da humanidade”
Antes de construir um mundo melhor nós temos que nos reconstruirmos como pessoas melhores
O amor é a estrutura das verdadeiras revoluções
Ouça os clamores essa é a única solução
O amor é a estrutura das verdadeiras revoluções
O único tipo de conspiração que poderia libertar esse mundo
A minha conspiração para tentar libertar esse mundo
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